quarta-feira, 13 de junho de 2012

Milénio

"E vi descer do céu um anjo, que tinha a chave do abismo, e uma grande cadeia na sua mão. Ele prendeu o dragão, a antiga serpente, que é o Diabo e Satanás, e amarrou-o por mil anos. E lançou-o no abismo, e ali o encerrou, e pós selo sobre ele, para que não mais engane as nações, até que os mil anos se acabem. E depois importa que seja solto por um pouco de tempo. E vi tronos; e assentaram-se sobre eles, e foi-lhes dado o poder de julgar; e vi as almas daqueles que foram degolados pelo testemunho de Jesus, e pela palavra de Deus, e que não adoraram a besta, nem a sua imagem, e não receberam o sinal em suas testas nem em suas mãos; e viveram, e reinaram com Cristo durante mil anos. Mas os outros mortos não reviveram, até que os mil anos se acabaram. Esta é a primeira ressurreição. Bem-aventurado e santo aquele que tem parte na primeira ressurreição; sobre estes não tem poder a segunda morte; mas serão sacerdotes de Deus e de Cristo, e reinarão com ele mil anos. E, acabando-se os mil anos, Satanás será solto da sua prisão, e sairá a enganar as nações que estão sobre os quatro cantos da terra, Gogue e Magogue, cujo número é como a areia do mar, para as ajuntar em batalha. E subiram sobre a largura da terra, e cercaram o arraial dos santos e a cidade amada; e de Deus desceu fogo, do céu, e os devorou. E o diabo, que os enganava, foi lançado no lago de fogo e enxofre, onde está a besta e o falso profeta; e de dia e de noite serão atormentados para todo o sempre."
Apocalipse 20:1-10
 
Esta é a passagem bíblica mais clara sobre uma importante parte da história do mundo que ainda está por cumprir – o reino milenar de Jesus. Os judeus descrentes recusam aceitar que Jesus é o Messias prometido, porque Ele não veio para reinar. Ele nasceu e morreu, dizem eles, sem nunca ter ocupado o trono de David. Por isso, julgam eles, é impossível que Ele seja o Messias. A verdade é que eles preferem ignorar as suas próprias Escrituras que falam de um Messias sofredor, que sofreria pelos pecados dos homens, que morreria e ressuscitaria. A vinda do Messias seria em duas fases. Uma para sofrer, outra para reinar. Uma já aconteceu, a outra pode acontecer a qualquer momento. Nesta passagem aprendemos que, durante o milénio, Satanás estará preso (vs. 1-3). Alguns dizem que já estamos no milénio, mas não conseguem explicar porque é que Satanás ainda não está preso. Todos os salvos por Jesus terão ressuscitado e recebido corpos glorificados para servirem a Cristo durante o Seu reino (v. 4). Todas as pessoas salvas antes da vinda de Jesus para reinar estarão com Jesus para sempre. Estão para sempre livres do medo da morte (v. 6). Após os mil anos Satanás será solto, apenas por algum tempo e apenas para ser usado na realização de plano de Deus (v. 7). Vemos, também nesta passagem, que o nosso Deus tem todo o controlo. Nem Satanás, ao qual alguns dão tanta importância, tem qualquer poder comparado com o Todo-Poderoso Deus.

terça-feira, 12 de junho de 2012

Oportunidade para Todos


"Desce, e assenta-te no pó, ó virgem filha de Babilónia; assenta-te no chão; já não há trono, ó filha dos caldeus, porque nunca mais serás chamada a tenra nem a delicada. Toma a mó, e mói a farinha; remove o teu véu, descalça os pés, descobre as pernas e passa os rios. A tua vergonha se descobrirá, e ver-se-á o teu opróbrio; tomarei vingança, e não pouparei a homem algum. O nosso redentor cujo nome é o SENHOR dos Exércitos, é o Santo de Israel. Assenta-te calada, e entra nas trevas, ó filha dos caldeus, porque nunca mais serás chamada senhora de reinos. Muito me agastei contra o meu povo, profanei a minha herança, e os entreguei na tua mão; porém não usaste com eles de misericórdia, e até sobre os velhos fizeste muito pesado o teu jugo."
Isaías 47:1-6


A Babilónia era a capital de um grande império. No seu tempo de maior esplendor, nenhuma das grandes nações da terra lhe conseguiu fazer frente. Sabemos pelas Escrituras que Deus estendeu à liderança desta nação várias oportunidades de arrependimento. O facto de Deus ter permitido a invasão de Israel e a deportação dos judeus para a Babilónia fazia, também, parte deste plano de amor. Muitos acreditam que Nabucodonosor conheceu o Senhor e foi salvo. Algumas das suas palavras no livro de Daniel parecem indicá-lo. Nesta passagem é anunciada a destruição deste império. Deus pode anunciar estes acontecimentos, muitos anos antes de eles acontecerem pois é Dele todo o poder. No entanto, é bom lembrar-nos que Deus não destrói sem dar oportunidade de arrependimento. O nosso Deus é assim. Quem sabe se estas palavras são para si hoje uma oportunidade de arrependimento ou uma chamada para uma maior dedicação ao Senhor. Deus é o nosso redentor (v. 4). Foi Ele que Se fez carne, habitou entre nós e derramou o Seu sangue para que pudéssemos ter vida. Ele é o autor das nossas vitórias. Assim, temos de viver a vida em acção de graças constantes pelo que Ele fez e continuará a fazer por nós. O nosso Deus é um Deus pessoal. Ou seja, Ele quer ter um relacionamento próximo connosco e apenas perdemos quando não investimos na qualidade do nosso relacionamento com Deus. Deus ama-nos de tal maneira que Ele conhece e toma nota de todas as coisas que fazemos. Ajuda-nos, Senhor, a estarmos atentos ao teu amor.

sábado, 9 de junho de 2012

Louvai ao Senhor


"Ele converte os rios em um deserto, e as fontes em terra sedenta; A terra frutífera em estéril, pela maldade dos que nela habitam. Converte o deserto em lagoa, e a terra seca em fontes. E faz habitar ali os famintos, para que edifiquem cidade para habitação; E semeiam os campos e plantam vinhas, que produzem fruto abundante. Também os abençoa, de modo que se multiplicam muito; e o seu gado não diminui. Depois se diminuem e se abatem, pela opressão, e aflição e tristeza. Derrama o desprezo sobre os príncipes, e os faz andar desgarrados pelo deserto, onde não há caminho. Porém livra ao necessitado da opressão, em um lugar alto, e multiplica as famílias como rebanhos. Os retos o verão, e se alegrarão, e toda a iniquidade tapará a boca. Quem é sábio observará estas coisas, e eles compreenderão as benignidades do SENHOR."
Salmo 107:33-43

O livro dos Salmos é maravilhoso. Vez após vez Deus lembra-nos que precisamos de O louvar continuamente. Em primeiro lugar, porque Deus Se agrada de receber o nosso louvor. Que bom podermos fazer alguma coisa que agrada o coração do Deus dos Céus. Depois, porque é bom para nós, para não nos esquecermos das maravilhas do nosso Deus. Finalmente, porque nunca nos faltarão razões para louvar o Senhor. Por vezes Deus abençoa-nos grandemente (v. 38), riquezas, saúde, família, amigos. É fácil louvar a Deus quando tudo corre bem, mas será que o fazemos? Outras vezes, as coisas não são tão fáceis. Passamos por problemas, preocupações angústias (v. 39). Por vezes algum familiar sofre, e nós sofremos com ele. Nessas ocasiões buscamos a Deus com mais facilidade. Queremos que Ele leve um pouco da nossa dor. Confiamos que Ele é capaz. No entanto, mesmo nessas ocasiões, Ele quer ouvir o nosso louvor. Não é tão fácil. Pensamos, “primeiro vou resolver o meu problema, e depois louvo”. Esta ordem está trocada. Mesmo no meio da tempestade, Deus quer ouvir-nos cantar glórias ao Seu nome. Assim conseguimos encontrar Nele a alegria, mesmo na dificuldade. Quem não é salvo, não o consegue fazer (v. 42). Ficam sem palavras, vão-se abaixo pois não têm esperança. Demos sempre ao nosso Deus o louvor que Ele merece. Seja qual for o momento das nossas vidas.     

sexta-feira, 8 de junho de 2012

Uma Boa Herança


"Os sacerdotes levitas, toda a tribo de Levi, não terão parte nem herança com Israel; das ofertas queimadas do SENHOR e da sua herança comerão. Por isso não terão herança no meio de seus irmãos; o SENHOR é a sua herança, como lhes tem dito. Este, pois, será o direito dos sacerdotes, a receber do povo, dos que oferecerem sacrifício, seja boi ou gado miúdo; que darão ao sacerdote a espádua e as queixadas e o bucho. Dar-lhe-ás as primícias do teu grão, do teu mosto e do teu azeite, e as primícias da tosquia das tuas ovelhas. Porque o SENHOR teu Deus o escolheu de todas as tuas tribos, para que assista e sirva no nome do SENHOR, ele e seus filhos, todos os dias. E, quando chegar um levita de alguma das tuas portas, de todo o Israel, onde habitar; e vier com todo o desejo da sua alma ao lugar que o SENHOR escolheu; E servir no nome do SENHOR seu Deus, como também todos os seus irmãos, os levitas, que assistem ali perante o SENHOR, igual porção comerão, além das vendas do seu património."
Deuteronómio 18:1-8


Desde sempre que os judeus viviam à sombra da promessa de Deus de que um dia eles teriam a sua própria terra. Não seria uma terra qualquer, seria uma terra rica, terra que mana leite e mel. Apenas a esperança desta terra os tinha feito sobreviver a centenas de anos de escravidão no Egipto. Agora, estavam próximos da terra. No entanto, Deus anuncia aos levitas de que estes não teriam herança na terra. Nenhuma região da terra que eles sempre sonharam ter, algum dia seria deles. Porquê? Porque Deus tinha uma promessa melhor para os levitas. Os descendentes de Levi seriam a tribo sacerdotal. Apenas os levitas poderiam ser sacerdotes e servir a Deus no templo. Os levitas estariam, enquanto fossem fiéis, sempre mais próximos do Senhor. Os levitas ficaram com a melhor parte da promessa. Dos alimentos oferecidos por todo o povo ao Senhor, os levitas tiravam o seu sustento. Aqueles que viviam para a Palavra, viviam da Palavra. Deus tratava do seu sustento (v. 3). Também o povo deveria estar consciente da sua responsabilidade para com os seus sacerdotes (v. 4). Os sacerdotes eram-lhes dados por Deus, para eles cuidarem. É o princípio da mordomia. Nada do que temos é nosso. Deus apenas no-lo empresta para que tomemos conta. Por seu turno, os levitas tinham a responsabilidade de servirem fielmente ao Senhor (v. 7). Ser fiel a Deus não é apenas o que os outros pensam de nós. É, fundamentalmente, o que fazemos quando apenas Deus está a ver.

Quem Te não temerá?


"E vi outro grande e admirável sinal no céu: sete anjos, que tinham as sete últimas pragas; porque nelas é consumada a ira de Deus. E vi um como mar de vidro misturado com fogo; e também os que saíram vitoriosos da besta, e da sua imagem, e do seu sinal, e do número do seu nome, que estavam junto ao mar de vidro, e tinham as harpas de Deus. E cantavam o cântico de Moisés, servo de Deus, e o cântico do Cordeiro, dizendo: Grandes e maravilhosas são as tuas obras, Senhor Deus Todo-Poderoso! Justos e verdadeiros são os teus caminhos, ó Rei dos santos. Quem te não temerá, ó Senhor, e não magnificará o teu nome? Porque só tu és santo; por isso todas as nações virão, e se prostrarão diante de ti, porque os teus juízos são manifestos." 
Apocalipse 15:1-4


O livro de Apocalipse é também um livro sobre a manifestação futura da ira de Deus sobre a terra. Os críticos dizem que se trata da prova de que o Deus da Bíblia é um tirano sanguinário. No entanto trata-se de uma excelente prova de que o Deus que servimos é um Deus de graça e amor. Como? Quando o v. 1 fala sobre as sete pragas consumadoras da ira divina, como é que isso prova o amor de Deus? Basta pensarmos há quanto tempo é que estas palavras estão escritas. Há dois mil anos que está anunciada a consumação da ira de Deus. Como Deus é paciente! Ninguém é obrigado receber a ira de Deus, toda a humanidade está convidada para o Seu perdão e para a Ceia das bodas do Cordeiro. No v. 2 vemos os vitoriosos, aqueles que, durante a tribulação, não se submeteram ao anticristo. No entanto esta vitória está anunciada e é certa para todos aqueles que se arrependem e aceitam o Salvador. Deus é maravilhoso! Por isso é que sabemos que vão existir hinos de louvor a Ele por toda a eternidade. Porque Ele é merecedor da nossa adoração. Devemos pensar nisto quando nos preparamos para cantar a Ele nos cultos da nossa igreja. Quantas palavras é que cantamos sem o nosso coração dar por isso! Afinal de contas, podemos fazer a mesma pergunta, quem não temerá ao Senhor? No final são Dele e para Ele todas as coisas.

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Fracos Substitutos


"Todos os artífices de imagens de escultura são vaidade, e as suas coisas mais desejáveis são de nenhum préstimo; e suas próprias testemunhas, nada vêem nem entendem para que sejam envergonhados. Quem forma um deus, e funde uma imagem de escultura, que é de nenhum préstimo? Eis que todos os seus companheiros ficarão confundidos, pois os mesmos artífices não passam de homens; ajuntem-se todos, e levantem-se; assombrar-se-ão, e serão juntamente confundidos. O ferreiro, com a tenaz, trabalha nas brasas, e o forma com martelos, e o lavra com a força do seu braço; ele tem fome e a sua força enfraquece, e não bebe água, e desfalece. O carpinteiro estende a régua, desenha-o com uma linha, aplaina-o com a plaina, e traça-o com o compasso; e o faz à semelhança de um homem, segundo a forma de um homem, para ficar em casa. Quando corta para si cedros, toma, também, o cipreste e o carvalho; assim escolhe dentre as árvores do bosque; planta um olmeiro, e a chuva o faz crescer. Então serve ao homem para queimar; e toma deles, e se aquenta, e os acende, e coze o pão; também faz um deus, e se prostra diante dele; também fabrica uma imagem de escultura, e ajoelha-se diante dela. Metade dele queima no fogo, com a outra metade prepara a carne para comer, assa-a e farta-se dela; também se aquenta, e diz: Ora já me aquentei, já vi o fogo. Então do resto faz um deus, uma imagem de escultura; ajoelha-se diante dela, e se inclina, e roga-lhe, e diz: Livra-me, porquanto tu és o meu deus. Nada sabem, nem entendem; porque tapou os olhos para que não vejam, e os seus corações para que não entendam. E nenhum deles cai em si, e já não têm conhecimento nem entendimento para dizer: Metade queimei no fogo, e cozi pão sobre as suas brasas, assei sobre elas carne, e a comi; e faria eu do resto uma abominação? Ajoelhar-me-ei ao que saiu de uma árvore? Apascenta-se de cinza; o seu coração enganado o desviou, de maneira que já não pode livrar a sua alma, nem dizer: Porventura não há uma mentira na minha mão direita?" 
 (Isaías 44:9-20)

Esta passagem trata sobre a loucura da idolatria. Esta é, em primeiro lugar, um acto de desobediência. Para além disso, a idolatria é também algo sem lógica, ridículo e louco. É este lado que aqui é exposto pelo profeta. Em primeiro lugar, os falsos deuses são feitos pelos homens e com ferramentas humanas (vs. 12-13). Os homens são seres muito fracos. É dada como exemplo a profissão de ferreiro. Esta é uma profissão desgastante e que envolve esforço físico constante. Um ferreiro não consegue martelar o ferro quente durante muito tempo sem se cansar e precisar de água e alimento. Muitos dos objectos de idolatria são moldados em forma humana. Que força é que terá um deus feito à imagem de um ser tão fraco? O outro aspecto abordado pelo profeta é o dos materiais de que estes ídolos são feitos. O exemplo dado é o dos ídolos feitos de madeira (vs. 14-15). Que tem a madeira de especial para que se torne num deus? A madeira serve para queimar, para servir de aquecimento, ou para cozinhar. Da mesma árvore, parte será queimada, e com a outra parte farei um ídolo ao qual darei um nome e diante do qual me prostrarei para o servir (v. 17)? A esta loucura, a qual é muito visível à nossa volta, o profeta chama de cegueira e ignorância (v. 18). Devemos guardar-nos para não colocarmos nada no lugar que só pertence a Deus.               


terça-feira, 5 de junho de 2012

(Devocional) Louvor - Salmo 100



Quinta-feira, 4 de Outubro de 2012
Leitura Bíblica Diária: Salmos 96-100*

"Celebrai com júbilo ao SENHOR, todas as terras.
Servi ao SENHOR com alegria; e entrai diante dele com canto.
Sabei que o SENHOR é Deus; foi ele que nos fez, e não nós a nós mesmos; somos povo seu e ovelhas do seu pasto.
Entrai pelas portas dele com gratidão, e em seus átrios com louvor; louvai-o, e bendizei o seu nome.
Porque o SENHOR é bom, e eterna a sua misericórdia; e a sua verdade dura de geração em geração." 
(Salmo 100)

Este é um muito conhecido salmo de louvor. Nele estão contidas palavras emocionantes de acção de graças e adoração. O louvor é uma das obrigações do crente. Louvar a Deus é falar bem Dele, é contar a Suas maravilhas. Mesmo se estivermos a passar por uma tempestade, Deus continua a ser bom e a merecer o nosso louvor. Deus agrada-Se de nos ouvir falar bem Dele. Louvor é cantar as maravilhas de Deus, mas não só. Servirmos a Deus com alegria e não por obrigação é uma forma de louvor (v. 2). O mundo verá a forma e a atitude com que O servimos. Vivermos a vida em submissão a Deus, fazendo Dele o nosso verdadeiro Senhor, é, também, uma forma de O louvarmos (v. 3). O louvor deve ser rendido nas nossas vidas de todos os dias, mas também quando nos congregamos com outros crentes (v. 4). Por isso é que o louvor não se pode tornar num espectáculo em que uns louvam e os outros assistem. O grupo de louvor de uma igreja deve ser a congregação inteira. As nossas reuniões, pela forma como nos amamos, servimos, cantamos, ou nos submetemos à Palavra, devem ser manifestações, vivas e verdadeiras, de louvor ao nosso Deus. Deus, e só Ele, é merecedor do nosso louvor (v. 5). 


Nota: Ao seguir a recomendação de Leitura Bíblica Diária, irá ler num ano o Antigo Testamento (uma vez) e o Novo Testamento e Salmos (duas vezes).